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Ao leite, meio amargo, amargo, com frutas ou castanhas, o Brasil consome chocolate, mas pouco conhece o processo que pode revelar dezenas de aromas e sabores. O cacau 70% do Sítio Cerejeiras (@sitiocerejeiras_organicos), em Bom Jesus do Itabapoana (RJ), mostra essa riqueza.
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Mandaçaia, borá, jataí, uruçu amarela. Quem lê esses nomes talvez nem imagine que se tratam de espécies de abelhas nativas, sem ferrão, tampouco que seu mel tem sabor diferente do que estamos acostumados a encontrar nas prateleiras de supermercado.
Para um bom chocolate, há dois grandes artesãos envolvidos: produtor e chocolateiro. De um lado, o @sitiocerejeiras_organicos, em Bom Jesus de Itabapoana, único produtor do Rio de Janeiro a ter o selo de produção agroflorestal e orgânico e também um dos poucos a fazer o manejo de cacau fino.
O mel brasileiro, mas brasileiro mesmo, produzido pelas abelhas nativas, sem ferrão, está em alta Um reconhecimento tardio e, aliás, muito merecido.. Só nos últimos 20 anos chefs e estudiosos do mundo todo redescobriram a variedade de sabores, ácidos, doces e até salinos.
Por Cristiana Beltrão, fundadora do Instituto Bazzar. Pisava a palha no chão, meio torta, desviando a cabeça dos galhos e distraída com o farfalhar fofo e seco debaixo dos pés, quando avistei uma plaquinha que dizia: “violeta, pêssego”.
Em pleno perímetro urbano do Rio de Janeiro, Denilson Barros tem a maior quantidade de espécies de abelhas sem ferrão do nosso bioma, a Mata Atlântica. Diferente dos tipos mais comuns, o mel de abelhas nativas é mais ácido, alcóolico, tem menos açúcar e traz uma infinidade de notas aromáticas.